quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Estréia 08 de janeiro de 2009

madrigal em processo

ciração e interpretação: pequena orquestra

de 8 a 18 de Janeiro

quinta a sábado ás 21h e domingo às 20h

ingressos a R$6,00 (inteira) R$3,00 (meia)



Madrigal

(um processo do coletivo pequena orquestra)

Madrigal. sm: gênero musical profano que surgiu na Renascença e no período Barroco sem acompanhamento de instrumentos variando de duas a oito vozes. Foi a primeira forma musical a agregar diálogos dramáticos às letras. Juntamente com outras formas musicais que utilizavam o canto, o madrigal levou à origem da ópera.

sinopse

Um fotógrafo vai todos os dias a um café em busca de uma mulher. Um ano antes, ele tirou uma seqüência de fotos no local. Ao revelar as fotos, ele notou a presença desta mulher que ele hoje procura. Mas no dia em que tirou as fotografias ela não estava lá.

Uma mulher sentada num café, num dado momento se apaixonou. Ela sente que está apaixonada, mas não sabe por quem. Durante um ano, ela volta todos os dias ao local e tenta recriar o momento em que se apaixonou (refazendo as mesmas ações) para encontrar o objeto de sua paixão.

O público acompanha estas duas histórias paralelamente. Ora elas se cruzam, se sobrepõem, se encontram e se desencontram. Quem é essa mulher que o fotógrafo procura? Quem é o homem que esta mulher espera? Qual é o limite entre a realidade e a criação na história de cada um destes personagens? E na história de cada um de nós?

o processo

“Madrigal em processo” é o primeiro trabalho do coletivo Pequena Orquestra. É o resultado da sobreposição de histórias de dois personagens: “O fotógrafo” do filme Blow Up (de Michelangelo Antonioni) e “Faustine”, do livro A Invenção de Morel  (de Adolpho Bioy Casares).

No último ano, o coletivo pesquisou o tema “a verdade na cena” a partir da técnica de improvisação dos Viewpoints. Uma técnica que trabalha, a grosso modo, com a quebra de linearidade do discurso e a sobreposição de significados da narrativa.

Por se tratar de um processo, o que a Pequena Orquestra vai apresentar é uma obra aberta. Isso quer dizer que de uma apresentação para outra, cenas podem ser refeitas, trocadas de ordem e até cortadas para que novos experimentos sejam testados diante do público.

Um destes experimentos se trata de uma “encenação em tempo real”, com atores dizendo textos ao vivo que ouvem pela primeira vez, através de pontos eletrônicos. Acontece assim: ao final da peça, anuncia-se o encontro do Fotógrafo com Faustine. Os atores que farão este encontro colocam o ponto no ouvido e encenam o texto diante do público. Só que as palavras só são conhecidas na hora. De acordo com o que ouvem, eles fazem ações e buscam a interpretação condizente com o que falam.

Madrigal em Processo é uma obra que busca explorar novas linguagens teatrais mas sem que isso resulte numa peça hermética sem pé nem cabeça. A Pequena Orqeustra se usa de espaços convencionais e não convencionais (a apresentação começa na rua e termina no palco) e o cruzamento dos meios artísticos através da interação entre teatro e vídeo (gravado e ao vivo), bem como a utilização da dança e da fotografia. Mas nunca perde o fio da meada: estamos fazendo teatro e queremos contar uma história.

quem é a pequena orquestra

Dez jovens artistas com forte atuação na cena contemporânea se reúnem com o objetivo de desenvolver uma pesquisa de linguagem para investigar a quebra de linearidade do discurso e o cruzamento de manifestações artísticas: teatro, fotografia, música e o audiovisual.

O resultado desta reunião é a Pequena Orquestra, um coletivo de jovens atores, diretores e autores de teatro formado há cerca de um ano na cidade do Rio de Janeiro. Neste período, seus integrantes vêm se reunindo três vezes por semana numa sala de ensaio no bairro do Humaitá para pesquisar caminhos que traduzam esta vontade em comum de transformar e resgatar a cena contemporânea.

Depois de doze meses de trabalho sob o esquema de revezamento de condução (não há um diretor, todos são responsáveis por propor e conduzir os encontros, bem como a criação da peça), a Pequena Orquestra foi convidada por Enrique Diaz para coordenar ao lado de uma de suas companhias, o Coletivo Improviso, a ocupação do teatro Gláucio Gil, sob o nome de “Operação Orquestra Improviso”.

A Pequena Orquestra é formada por:

Fabrício Belsoff, Fernanda Félix, Joana Lerner, Keli Freitas, Maria Maya, Michel Blois, Pedro Henrique Monteiro, Rodrigo Nogueira, Rodrigo Simões, Thiare Maia.

classificação etária: 12 anos

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Semana de 17 a 21 de dezembro

Ingressos a R$ 6,00

Dias 17 e 18 de dezembro
Quarta e quinta às 21 horas

“Ele precisa começar”
Teatro

Ele precisa começar. Ele já está com 35 anos, está sozinho em um quarto de hotel e tem o dia inteiro livre. Ele ainda não sabe onde isso vai dar, mas ele começa a escrever uma peça. Começa da primeira idéia que lhe vêm a cabeça: um autor escrevendo sozinho, em seu quarto de hotel. Ele precisa começar.

Passeando entre camadas de realidade e ficção, um ator dá voz e corpo aos inúmeros futuros espetáculos que esse autor imagina.

Direção: Alex Cassal e Felipe Rocha

Orientação corporal: Dani Lima

Cenário: Aurora dos Campos

Iluminação: Tomás Ribas

Trilha sonora: Felipe Rocha

Assistência de direção: Stella Rabello

Programação Visual: Radiográfico - Olívia Ferreira e Pedro Garavaglia

Fotos: Dalton Valério

Produção: Bia Lopes


"Limite"

Dias 19, 20 e 21 de dezembro
Sexta e sábado às 21 horas
Domingo às 20 horas

Teatro


Limite tem como proposta uma simples tentativa de buscar a criação de um momento único, de transformar o cotidiano em poesia, lançar um olhar sobre o comum, o frugal.

Ficha Técnica 

Direção: Invisível Companhia

Elenco: Fernanda Félix, Michel Blois, Pedro Henrique Monteiro e Thiare Maia

Atores Convidados: Fabricio Belsoff e Priscila Maia

Texto, Trilha Sonora, Figurinos e Cenário: Invisível Companhia

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Semana de 10 a 14 de Dezembro

Ingressos a R$ 6,00
“Ele precisa começar”

De 10 a 18 de dezembro
Quartas e Quintas às 21h

Teatro


Ele precisa começar. Ele já está com 35 anos, está sozinho em um quarto de hotel e tem o dia inteiro livre. Ele ainda não sabe onde isso vai dar, mas ele começa a escrever uma peça. Começa da primeira idéia que lhe vêm a cabeça: um autor escrevendo sozinho, em seu quarto de hotel. Ele precisa começar.
Passeando entre camadas de realidade e ficção, um ator dá voz e corpo aos inúmeros futuros espetáculos que esse autor imagina.

Direção: Alex Cassal e Felipe Rocha
Orientação corporal: Dani Lima
Cenário: Aurora dos Campos
Iluminação: Tomás Ribas
Trilha sonora: Felipe Rocha
Assistência de direção: Stella Rabello
Programação Visual: Radiográfico - Olívia Ferreira e Pedro Garavaglia
Fotos: Dalton Valério
Produção: Bia Lopes


"3 solos em 1 tempo"

De 12 a 14 de Dezembro
Sexta e Sábado às 21h e Domingo às 20h

Dança





Este trabalho é uma reflexão em cena sobre as minhas três criações: DeCor (2003), Absolutamente Só (2005) e Estudo para Impressões (2007).
A questão da memória inscrita no meu corpo, as relações da minha identidade na dança, na cena e no movimento presentes nos três solos me permitiram brincar com o espaço e o tempo e transformar as três obras em uma só. Um jogo cênico. Em alguns momentos transformando a platéia em parceira, e em outros, convidando o espectador para um olhar de contemplação, imagens e pensamentos.

Ficha Tecnica:
Texto, direção e interprete: Denise Stutz
Cenário e iluminação: Keller Veiga
Assistentes de cenografia: Michelly Ferreira, Guilherme Stutz
Programação visual: Paula Delacave
Produção: Fomenta
Fotos: Ricardo Mendes (Absolutamente Só), Martha Azparren ( Estudo para Impressões)


"Limite"


Dias 12, 13 e 14 de Dezembro

Sexta e Sábado às 22h e Domingo às 21h

Dias 20, 21 e 22 de Dezembro

Sexta e Sábado às 21h e Domingo às 21h

Teatro




Limite tem como proposta uma simples tentativa de buscar a criação de um momento único, de transformar o cotidiano em poesia, lançar um olhar sobre o comum, o frugal.

Ficha Técnica

Direção: Invisível Companhia
Elenco: Fernanda Félix, Michel Blois, Pedro Henrique Monteiro e Thiare Maia
Atores Convidados: Fabricio Belsoff e Priscila Maia
Texto, Trilha Sonora, Figurinos e Cenário: Invisível Companhia

domingo, 23 de novembro de 2008

Semana de 03 a 07/12

Ingressos a R$ 6,00

"Danca, Memória do Outro"
 
Dança

O instante presente como possibilidade de mudança e construção.Um jogo de composição ao vivo com a participação direta da platéia.A partir de uma estrutura de ações,o corpo da performance se revela no encontro e relação entre performer e público.Fragmentos do tempo,memória e identidade em exposição.Um jogo de memória.O rito de construção em cena.

Ficha técnica:
Concepção e Atuação: Stela Guz
Direção: Stela Guz e Verônica Diaz
Paisagem Sonora: Bernardo Gebara
Voz em off: Thiago Pache
Foto: Angelica de Carvalho

"ENTREPONTOS"

Dança

Trabalho inspirado nos contos e mitos analisados por Clarissa Pinkola Estès em "Mulheres que correm com os lobos", explora algumas figuras arquetípicas do universo feminino em busca de um novo território. Ao longo deste passeio pela expressividade do movimento, um gesto, uma pausa, um olhar, marcam a compreensão do próprio corpo, transformando uma série de sentimentos em portas através das quais podemos alcançar conhecimento, e que nos levam à possibilidade de mais um passo a ser dado. Duração aprox.: 10min

Ficha técnica:
Pesquisa de movimento e interpretação: Mônica Pimenta
Direção: Veronica Diaz
Assistente de direção: Cristina do Lago
Iluminação: Leandro Lobo
Figurino: Ney Madeira
Trilha Sonora: Rodrigo Lima
Fotografia: Ricardo Centeno

"OURO DO PERU"

Teatro



Apoiado por imagens, músicas e parte do texto em espanhol, o trabalho entrelaça lembranças da infância e a história da civilização inca para falar de questões como identidade e a busca de um lugar, memória individual e coletiva, a solidão do homem contemporâneo, a falta de raízes e o não pertencimento, a intolerância e a violência. Duração aprox.: 40min.

Ficha técnica:
Texto, direção e interpretação: Veronica Diaz
Assistência de direção: Larissa Câmara
Supervisão: Zeca Ligiéro
Iluminação/ Operação de luz: Ananda Felippe
Edição de imagens : Sinos Audiovisual
Operação de som: Cristina Lago

"REINO DOS BICHOS E DOS ANIMAIS É O MEU NOME"

Teatro


O público é conduzido lentamente até o universo da artista. Ouvimos a sua voz. O foco volta-se para a atriz diante de seu desafio: devolver processada a fala que foi engolida. O embate em questão se dá no “atravessar” as pessoas com a poesia de Stela; transcender o contexto em que esta foi criada, para então tornar possível- mesmo que por alguns instantes- a reconfiguração das coisas através desta delicada explosão (implosão?) semântica e estética.
Stela do Patrocínio, nascida a 9 de janeiro de 1941, foi admitida, aos 21 anos, como indigente, no Hospital Pedro II. Vinha da quarta delegacia de polícia. Diagnóstico: “personalidade psicopática mais esquizofrenia hebefrênica, evoluindo sob reações psicóticas”. Quatro anos depois, foi transferida para a colônia Juliano Moreira, onde permaneceu até 1992, quando aos 51 anos teve a perna amputada, e morreu de infecção generalizada.

Dramaturgia Viviane Mosé
Direção Haroldo Rego
Atriz Raquel Rocha
Figurinos Ticiana Passos
Luz Adriana Ortiz
Cenário Haroldo Rego
Direção de produção Fábrica de Eventos – Cláudia Marques
"DESABOTOA MINHA GOLA"

Teatro



Desabotoa Minha Gola é um solo inspirado na vida de Patrícia Galvão, mais conhecida como Pagu; resultado de uma pesquisa histórica e artística cujo objetivo é refletir sobre a contemporaneidade, sem negar o passado, mas sim, renová-lo, “antropofagizá-lo”.
É o desejo de deixar, através do teatro, que a voz de Pagu fale a novas platéias, a novos ouvintes. A voz de uma mulher que nunca se calou, que teve a coragem de nunca se calar.


Ficha Técnica:
Ludmila Rosa – concepção, atuação e dramaturgia
Haroldo Rego – direção, dramaturgia e cenografia
Tereza Freire – consultoria de texto e história
Denise Stutz – trabalho de corpo
Tomás Ribas – iluminação
Marcelo Olinto – figurino
Lucas Marcier e Rodrigo Marçal – trilha sonora original
Fomenta Produções – produção
Ganesha Produções – realização

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Quinta Semana - de 19 a 23/11

Ingressos por apenas R$ 6,00

Dias 19 e 20/11 às 20 horas

Que as saídas sejam múltiplas

Dança

O afeto está nas grandes cidades se espremendo entre os muros que se escondem atrás de pessoas duras. Os muros usam as pessoas como forma de se protegerem deles mesmos. E também da violência, da falta de colo, da falta de leite, da fome, da miséria. Os muros estão tão solitários. “e a essa hora tardia como procurar amigo?”


Ficha Técnica:

Criação e interpretação: Alice Ripoll e Fernando Klipel
Olhar externo: Juliana Medella
Colaboração: Alex Cassal
Fotos: Tiago Rivaldo
Agradecimentos: Alexandre Belfort, Alice De Marchi, Camila Moura, Carolina Cony, Cecilia Ripoll, Celina Portella, Denise Stutz, Instituto Pró-Saber, Iolanda de Oliveira Reis, Jamil Cardoso, Joana Guimarães, Julia Eizirik, Laura Sämy, Leila Ripoll, Maria Luiza Blauth Klipel, Nelson Eizirik, Renato Linhares, Roseane Milani, Theo Dubeux, Thiago Granato, Tiago Rivaldo.

Classificação etária: livre


De 21 a 23/11

sexta e sábado às 21 h
domingo às 20 h


"tempo.Depois"

Teatro




Um homem e uma mulher se encontram numa sala de espera de um consultório de psicanálise no dia em que ambos resolvem começar tratamento. Esta é a sinopse do espetáculo “tempo. Depois”. Mas esta sinopse que você acabou de ler poderia ser escrita de outra forma, explicada com outras palavras. E é justamente esta a questão central da peça: a (in)capacidade da linguagem de exprimir o real. A palavra cria a coisa ou mata a coisa? O que você vê é de fato o que é? E o que se vê em “tempo. Depois”? Uma sala de espera com duas pessoas esperando. Uma atmosfera hiper-realista. Até o celular dos atores fica ligado. Se ele toca, o ator atende. Ou não. Mas olhe com mais atenção. E a realidade começa a virar...


Trajetória: “tempo.Depois” estreou no Espaço Sesc em Janeiro de 2007 realizando seis apresentações extras por causa do sucesso de público. Depois cumpriu temporada no Teatro Maria Clara Machado entre Maio e Junho daquele ano. Em Julho, foi para o Festival Internacional de São José do Rio preto onde foi considerado revelação da mostra. Sérgio Coelho, da Folha de São Paulo, saúda a peça como “uma janela aberta para arejar o teatro”. Após percorrer várias cidades do Brasil em 2008, a peça volta ao Rio de Janeiro na Operação Orquestra Improviso.


Participações extraordinárias desta temporada
Renata Sorrah (14/11)
Cristina Amadeo (15/11)
Enrique Diaz (16/11)
João Fonseca (21/11)
Sílvia Machete (22/11)
Herson Capri (23/11)
Ficha técnica texto: Rodrigo Nogueira direção: Alessandra Colasanti elenco: Fernanda Félix e Rodrigo Nogueira cenário: Natália Lana iluminação: Tomás Ribas direção musical: Lucas Marcier e Rodrigo Marçal (Estúdio Arp.X) figurino: Alessandra Colasanti serviço duração: 60 minutos classificação: 12 anos de 14 a 23 de Novembro Sexta e Sábado 21h Domingo 20h

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Operação Orquestra Improviso - Semana de 12 a 16/11

Ingressos a R$ 6,00 inteira, meia R$ 3,00

Dia 13/11 quarta-feira às 21 h


"Lettuce"


Show



LETTUCE é um projeto de Letícia Novaes e Lucas Vasconcellos baseado no molhado do amor. Músicas feitas em manhãs ensolaradas com piscinas azuis e insetos procriando na nossa frente. Noites de estrelas cadentes em ruas cariocas. Música pra ouvir além do ouvido. Às vezes o amor não cabe, e aí, voilá: MÚSICA!


De 14 a 16/11


sexta e sábado às 21 h


domingo às 20 h


"tempo.Depois"


Teatro
Um homem e uma mulher se encontram numa sala de espera de um consultório de psicanálise no dia em que ambos resolvem começar tratamento. Esta é a sinopse do espetáculo “tempo. Depois”. Mas esta sinopse que você acabou de ler poderia ser escrita de outra forma, explicada com outras palavras. E é justamente esta a questão central da peça: a (in)capacidade da linguagem de exprimir o real. A palavra cria a coisa ou mata a coisa? O que você vê é de fato o que é? E o que se vê em “tempo. Depois”? Uma sala de espera com duas pessoas esperando. Uma atmosfera hiper-realista. Até o celular dos atores fica ligado. Se ele toca, o ator atende. Ou não. Mas olhe com mais atenção. E a realidade começa a virar...
trajetória
“tempo.Depois” estreou no Espaço Sesc em Janeiro de 2007 realizando seis apresentações extras por causa do sucesso de público. Depois cumpriu temporada no Teatro Maria Clara Machado entre Maio e Junho daquele ano. Em Julho, foi para o Festival Internacional de São José do Rio preto onde foi considerado revelação da mostra. Sérgio Coelho, da Folha de São Paulo, saúda a peça como “uma janela aberta para arejar o teatro”. Após percorrer várias cidades do Brasil em 2008, a peça volta ao Rio de Janeiro na Operação Orquestra Improviso.
participações extraordinárias desta temporada
Renata Sorrah (14/11)
Cristina Amadeo (15/11)
Enrique Diaz (16/11)
João Fonseca (21/11)
Sílvia Machete (22/11)
Herson Capri (23/11)
ficha técnica
texto: Rodrigo Nogueira
direção: Alessandra Colasanti
elenco: Fernanda Félix e Rodrigo Nogueira
cenário: Natália Lana
iluminação: Tomás Ribas
direção musical: Lucas Marcier e Rodrigo Marçal (Estúdio Arp.X)
figurino: Alessandra Colasanti
serviço
duração: 60 minutos
classificação: 12 anos
de 14 a 23 de Novembro
Sexta e Sábado 21h
Domingo 20h

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Terceira semana de 05 a 09/11

ENTRADA FRANCA

05 e 06/11 (quarta e quinta) às 21 horas

Dança

"Nada. Vamos ver."


Algumas histórias. A do público. A do performer. Um ponto de encontro: a sala de espetáculo. Um espaço de expectação, de convivência, de evasão, de criação. Um espaço de códigos compartilhados. Um espaço de encontro. Nada. Vamos ver começou com uma questão: como tornar visível aquilo que está presente e constitui a situação de um espetáculo de dança em um teatro. Como explicitar o óbvio, o já acordado, porém já esquecido na relação público-performer.
Prêmio Klauss Vianna para Pesquisa 2007.
Informação adicional.

Nada. Vamos ver. contou para a sua pesquisa (sob o título provisório de Tempo de Lamento & Tempo de dança) com fundos do Prêmio Klauss Vianna para a dança, promovido pela Funarte. O projeto também foi selecionado pelo programa Les Recollets (Paris, França), onde está realizando residência artística durante os meses de julho a setembro de 2008)

Ficha técnica

Concepção e coreografia - Gustavo Ciríaco

Criação e performance
Francini Barros, Gustavo Ciríaco, Ignacio Aldunate, Milena Codeço e Leo Nabuco

Assistência e colaboração - Flavia Meireles

Vídeos - Leo Nabuco e Ignacio Aldunate

Bailarino virtual - Leo Nabuco

Cenografia - Joelson Gusson

Luz - José Geraldo Furtado

Desenhos - Anniken Romuld

Professores de dança - Flavia Meirelles, Maria Alice Poppe e Renata Reiheimmer

Produção - Fomenta Produções – Carla Mullulo e João Braune


07 e 08/11 (sexta-feira e sábado) às 21 horas
09/11(domingo) às 20 horas

Teatro

"Manifesto Ciborgue"



Trabalho em Processo, trata da consciência da degradação do corpo da tentativa de desativar este mecanismo auto-destrutivo e com prazo de validade.
Este é o lugar onde Kafka encontra-se com Michael Jackson.
Este espetáculo foi apresentado no Festival Riocenacontemporânea 2007 e no Festival de Teatro de Curitiba 2008.


Com o Dragão Voador Teatro Contemporâneo


Direção e Concepção – Joelson Gusson

Dramaturgia e Trilha Sonora – Dragão Voador

Elenco – Leonardo Corajo e Lucas Gouvêa

Poemas – WJ Solha

Assistência de Direção – Candice Abreu e Lidia Olinto

Assessoria Teórica – Bernardo Freire

Desenho de Luz – José Geraldo Furtado Gomes

Cenografia e Figurinos – Joelson Gusson

Coreografia/Streat Dance – Daniel Figueiredo

Coreografia/Tango – Lídio Freitas

Fotografias – Paula Kossatz e Bruno Tetto

Produção – Joelson Gusson